Relatório Mundial do Câncer 57 % | Ailton Pesquisador Terapeuta Naturopata

Relatório Mundial do Câncer 57 %.

OMS (1)

De acordo com o último Relatório Mundial do Câncer, o câncer é tipicamente uma doença evitável e mais recursos devem ser dedicados às mudanças de estilo de vida preventivas.

O relatório prevê taxas de câncer em todo o mundo, um aumento de 57 % nas próximas duas décadas.

Taxas de câncer podem ser abordadas através da promoção de estratégias de estilo de vida preventiva, como dieta, exercícios, parar de fumar e reduzir do consumo de álcool.

A pesquisa mostra que aqueles que consomem 21 % ou mais das calorias diárias na forma de açúcar, são duas vezes mais propensos a morrer de doença cardíaca em comparação com aqueles que recebem 7 % ou menos de adição de açúcar.

Por ano morre 6,2 milhões de pessoas por doenças cardíacas.

O risco quase triplicou entre aqueles que consumiram 25 % de suas calorias diárias a partir de adição de açúcar.

Metades de todos os cânceres são evitáveis.

Conforme relatado pela CNN: “O relatório diz que cerca de metade de todos os cânceres são evitáveis e poderiam ter sido evitados se o conhecimento médico atual fosse posto em prática”.

As preventivas de estilo de vida, tais como:

-Dieta.

-Exercício.

-Parar de fumar.

-Reduzir o consumo de álcool.

-Conexão entre açúcar e doença crônica.

Um estudo recente publicado na revista peer-reviewed JAMA Internal Medicine 4, examinou as associações entre o consumo de açúcar ,doença cardiovascular (DCV)  e mortes. E mostra que risco de câncer quase triplicou entre aqueles que consumiram 25 % de suas calorias diárias a partir de adição de açúcar. Atualmente, cerca de 600.000 americanos morrem de doença cardíaca a cada ano.

“A maioria dos adultos norte-americanos, consomem mais açúcar do que é recomendado para uma dieta saudável. Os brasileiros estão no mesmo caminho que os americanos, se alimentando mal, além de usar muito açúcar em sua dieta diária. Observou-se uma relação significativa entre o consumo de açúcar adicionado e aumento do risco de mortalidade por doenças cardiovasculares.”