Cerveja do Brasil altamente cancerígena | Ailton Pesquisador Terapeuta Naturopata

Cerveja do Brasil altamente cancerígena.

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Os transgênicos, alimentos geneticamente modificados, estão cada vez mais presentes no dia a dia do brasileiro, inclusive na mesa de bar. Ao beber a sua cerveja predileta, o consumidor provavelmente não sabe disso, já que não há qualquer menção nos rótulos sobre essa composição. “Estamos consumindo alimentos e bebidas geneticamente modificados sem saber”, diz a professora de nutrição da Fumec, Ana Cristina Machado.

Estudo sobre o milho usado na cerveja: 

Estudo de dois anos sobre o milho transgênico NK603.

Publicação de um estudo mostra aparecimento de tumores do tamanho de bolas de pingue-pongue em ratos alimentados com milho transgênico da empresa americana Monsanto. Esse cultivo de milho transgênico que está sendo feito no Brasil.

De acordo com eles, em 2013 um grupo de cientistas independentes liderados pelo professor de biologia molecular da universidade de Caen, Gilles-Éric Séralini, balançou os lobistas de multinacionais com o teste do milho transgênico NK603 em ratos. Se eles fossem alimentados com esse milho em um período maior que três meses, tumores cancerígenos surgiriam nas cobaias. Só que a publicação da pesquisa foi desclassificada pela editora da revista por pressões.

Em 2012, pesquisadores brasileiros ganharam destaque com a publicação de um artigo científico no “Journal of Food Composition and Analysis” que revelou que as cervejas mais vendidas no país, ao invés de malte de cevada, são feitas de milho.

O estudo mostrou que Antarctica, Bohemia, Brahma, Itaipava, Kaiser, Skol e todas aquelas em que constam como ingredientes “cereais não maltados”, não são tão puras como as da Baviera (região da Alemanha com excelência em cervejas), mas estão de acordo com a legislação do Brasil, que permite a troca de até 45% do malte de cevada por outra fonte de carboidratos mais barata.